terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Haja Coração

Tá certo que alguns jogos quase infartam a gente. E tá certo também que ter sido um craque em campo e ver alguns cabeças de bagre não te entenderem deve ser dose pra leão, aliás nem o Leão aguenta às vezes. Mas daí a quase morrer em campo depois de um resultado que pode até ser considerado normal já é exagero hein Ricardo Gomes.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Credibilidade...

A seriedade com que levei o futebol no tempo em que cobri jogos aqui no Estado, me deram credibilidade e confiança dos jogadores e técnicos sérios que passaram por aqui.

Lobão, ídolo no pouco tempo que ficou no Galo e chamado de "Deus da Raça" pelos fiéis torcedores. Roberto Fonseca em ótima fase no Botafogo de Ribeirão, Waguinho, onde andas? Renê, o goleirão corintiano que adora sacanear o Timão, pega tudo e mais um pouco.

Assim descobri uma crise no Cene em Londrina e várias outras no Operário e na própria federaçao...

Muito bom voltar ao futebol e sentir que a amizade e a confiança ainda norteia bons caráteres por aqui...

Aquidauanense X Cene


Quando deixei de cobrir o futebol a 2 anos mais ou menos o Cene ainda respirava na U.T.I dos "bichos papões", porém o que se viu em Aquidauana na tarde-noite de sábado, foi apenas um bom time, sim talvez "um dos" melhores do campeonato, mas só isso. Muito mais pelo nível técnico das outras equipes, que subiu, do que pelo do Cene que, é claro, também caiu muito.

Nível técnico esse que permitiu a Dubinha, isso aquele mesmo, de Goiás, Palmeiras e do próprio Cene, então, Dubinha-Edmilson, agora Capitão do Furacão Amarelo e seus eternos 31 anos, foi o melhor em campo. Aguerrido o zagueiro-volante do Cene comandou o meio campo e intimidou o Azulão que queria jogar de igual pra igual.

A experiência do Cene aliada a um elenco "rachado" do outro lado fizeram da partida, que seria "pau a pau", uma espécie de primeiro e segundo ato. Explico, no começo o Azulão veio pra cima, empolgado com a torcida que embora não fosse "fervorosa", lotou as dependências do histórico Norusca, campo antes pertenecente a Noroeste do Brasil.

Jogadores "atrevidos" como era o caso de um lateral esquerdo de futuro chamado Ronei (fisicamente me lembrou o Roberto Carlos, careca e tudo), esse moço não tomou conhecimento do meio campo e zaga do Cene, avançou com responsabilidade, cruzou com perfeição, apenas não tem arremate, chegada. Mas por alí as melhores oportunidades. Michel, a eterna promessa (camisa 10) do Cene, abriu o placar em belíssima jogada individual quase perdida, mas que voltou no rebote ao pé esquerdo do meia, 1X0.

A torcida empurrou o Aquidauanense e em um contra ataque fulminante o camisa 11 Paulo Henrique, conhecido pelo apelido de Pulo, foi... derrubado?? (sei não hein juizão, por sinal fraquíssimo e caseiro Paulo Henrique B. Sampaio). Mas enfim, ele de pênalti, foi quando o "mascaradíssimo", começando pelo nome e camisa, Gilliard, camisa 10 bateu forte e empatou. Aliás, a mãe tem o sonho de batizar o menino com o nome de Gilliard e o animal, assume e gosta do apelido de??? Atenção...de??? "Baiano", isso mesmo, Baiano empatou o jogo.

No segundo tempo o Cene acordou pra vida. Com auxílio do técnico do Aquidauanense que tirou Rodrigão e ficou sem referência na área, o Cene tomou conta do jogo e numa cabeçada de Marino camisa 8, escorando um cruzamento do lateral esquerdo Edson deu números finais a partida. Cene, merecidamente 1X0.

No próximo capítulo...Bastidores...Aquidauana com eleco rachado. Arbitragem em entressafra de árbitros e ótima fase de auxiliares, começando pelas garotas e pelo sempre competente Murilo Charão de Souza.

Aquidauana...


...Foram mais ou menos 130 kilômetros de distância em um sábado quente. Fato é que às 17 e pouco já estávamos em Aquidauana. Nunca neguei a minha natalidade interiorana, mas a Princesa do Sul nunca foi de boas recordações para este jornalista que iniciou sua carreira na comunicação á margem direita do Rio Aquidauna e na antiga Rádio Martelinho, hoje Independente.

Aquidauanense e Cene, dois clubes do futebol sul-mato-grossensse se enfrentariam no iníco da noite, e a partida levou o filho de volta à casa, aliás, os filhos. Explico, no caminho descobri que meu cinegrafista para esse jogo, Marcio Acunha, além de ter praticamente a mesma idade que eu, também nasceu na bela cidade pantaneira.

Em Aquidauana percebi que pouca coisa mudou desde que deixei a cidade. Não que eu não tenha voltada antes. Saí de lá em 1989, e voltei sim algumas vezes. Quase sempre por conta do futebol. Mas era diferente, agora eu podia olhar em tudo a minha volta.

O fato de estar em ótima fase profissional, talvez a melhor de todas, me fez levantar a cabeça estufar o peito e dizer: Comecei a vida aqui. O prefeito além de dar as boas vindas à nossa equipe de televisão, participou da nossa transmissão. Os companheiros de rádio, aqueles locutores de quem já fui operador, agora olhavam para o companheiro de profissão que com certeza, como eles mesmo disseram: "Havia chegado lá". Mas eu, somente eu, sei que chegar lá, ainda não é isso. O caminho é longo, e que bom que é longo, por que voltar a Aquidauana desta vez, me fez ver que ainda podemos ir mais longe.

O jogo? Ah!! o jogo. Já falo sobre ele, não sem antes deixar registrado a satisfação de encontrar Anselmo Duarte, Mauro Ortiz, Plínio de Goes e o Dr. Victor Maksoud, ex médico do Aquidauanense...é dr...sei que armaram pro senhor que sempre defendeu as cores do Azulão. Mas futebol é isso, quando entra dinheiro, ou a gente se submete a algumas coisas, ou voltamos pra arquibancada. Também não aguentei e por isso fiquei por dois anos assistindo de lá.

Mas, acho que voltei... e se voltei mesmo....já falo do jogo...do elenco "rachado" do Azulão. Do presidente que faz vista grossa e também do carinho dos jogadores do Cene, do próprio Aquidauana, além da confiança que eles guardaram nesse repórter.

E tenho dito!!!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Brinquedo Assassino



Sem dúvida, revendo os filmes do "aterrorizante", pra minha época pelo menos, boneco Chuck, nada se compara a performance sinistra da menina Klara Castanho. Amedronta até os pais mais liberais a maneira como a menina invade nossas televisões e destila seu veneno em horário nobre. Um aperitivo para o "incente" BBB 10.
Mas, como me disse o Mestre Celito Espíndola. Existe o controle remoto.
E tenho dito!!!