segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Eternamente...Dentro dos nossos corações.






Salve o Corinthians, O campeão dos campeões, Eternamente...Dentro dos nossos corações.

Salve o Corinthians...De tradição e glórias mil; Tu és o orgulho...Dos esportistas
do Brasil.

Teu passado é uma bandeira, Teu presente, uma lição...Figuras entre os primeiros...Do nosso esporte bretão. Sim meu amigo, esporte bretão, pois o futebol nasceu na Grã Bretanha, quiseram os deuses da bola que o Corinthians ganhasse o mundo em cima dos inventores do futebol.

Em cima de um dos clubes mais ricos do mundo. E que a imagem de desolação de seus jogadores quando o jogo acabou mostrava, eles valorizavam e muito essa disputa. Eles queriam e precisavam muito desse título. Mas existia um Corinthians no meio do caminho...

Mas deixa eu voltar ao ano de 1977. Eu tinha então 6 para 7 anos e ouvia um rádio chiando e um locutor falando de um time de futebol. Mas ele se referia ao time como se fosse uma pessoa. Como assim? Corinthians você é a alma de um povo?


Eu não gostava de futebol. Mas, nascia ali meu amor pelo Corinthians. Curiosamente junto com o amor pelo rádio. O que era aquilo?? Pensava eu.

Quem era aquele homem falando daquela forma sobre um jogo de futebol. Mais tarde a profissão me apresentaria o ídolo, Osmar Santos, na Rádio Globo. Mais tarde a profissão me colocaria dentro de campo com aquele time. Meu amor pelo Corinthians nasceu primeiro que a paixão pelo futebol. Nasceu junto com o amor pela profissão. Por isso o Corinthians é tão especial em minha vida.

Como o locutor disse a gente sempre foi “zuado”. Nossos títulos sempre contestados. Nossos torcedores sempre com cara de povo. O trabalhador suado com a camisa do Corinthians. Os apelidos? Gambás...favelados...galinhas...sem estádio...sem Libertadores...

Mas nós sempre nos sentimos Gaviões...mosqueteiros...e nosso jogadores pra nós sempre foram guerreiros. Guerreiros hoje representados por um guerreiro. Paolo Guerreiro.



Esse narrador aí, Oscar Ulysses, irmão do Osmar, repórter que o destino fez narrador. O acidente do irmão o fez assumir a responsabilidade e o transformou em um dos maiores narradores do Brasil. O futebol me apresentou Oscar em 2005. Nesse ano, 2005 eu estava dentro de campo em Goiânia trabalhando no jogo que o Corinthians foi campeão.

Como jornalista fiz pela radio o que seria o trabalho dos sonhos de todos os corintianos. Dei a volta olímpica ao lado dos meu ídolos, mas era trabalho.

Emoção maior foi em 2007. O Corinthians chegou ao fundo do poço. Rebaixado para a segunda divisão. Atolado em dívidas...Nunca uso camisa depois dos jogos, nem nas maiores vitórias. Mas, naquela que foi a maior derrota eu usei.

Quando todos os adversários esperavam para mais uma vez “tirar sarro da gente”. Surgia a expressão que tomou conta da nação corintiana. Naquela segunda feira o Brasil foi tomado por um “bando de loucos” usando camisas com a frase: “Eu nunca vou te abandonar”...Torcedores adversários tirando uma onda, mas com um sorriso amarelo...”esse povo rebaixado, e dizendo eu nunca vou te abandonar??”...

Para quem não era corintiano não dava para explicar. Para quem era...não precisava...era um sentimento inexplicável...é um sentimento apenas “sentível”...

Obrigado Corinthians pelos 20 anos na fila que terminaram em 1977 e fizeram esse garoto que hoje conta essa história, um corintiano de verdade. Obrigado Corinthians por só ser campeão brasileiro em 1990, quando eu já era um apaixonado.

Obrigado Corinthians por cair pra segunda divisão em 2007 e provar meu amor por você. Obrigado por desde então só me fazer feliz.

Do título mais baixo do futebol de sua terra...campeão da segundona no ano seguinte ao degrau mais alto do mundo. Obrigado Corinthians!! Hoje seu estádio está sendo construído e será um dos mais modernos do mundo. Hoje até os nossos adversários são obrigados a reconhecer. Você Corinthians é a alma de um povo. Você Corinthians é o melhor time do mundo. Você Corinthians tem hoje a torcida mais feliz do mundo.

Salve o Corinthians, hoje verdadeiramente o Campeão dos Campeões. Hoje verdadeiramente você Corinthians, és do Brasil o clube mais brasileiro...


domingo, 7 de outubro de 2012

Excedendo as expectativas


Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.

Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca. Ele pegou o bilhete e leu:

- “Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de Carneiro, por favor. Assinado: dono do cachorro.

Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de Carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro. O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal. O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal.

Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua. O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada.
Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.

Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.

O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
-”Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!”
A pessoa respondeu: – “Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!”.

Moral da História:

“Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns ignorantes, você estará sempre abaixo do esperado.”

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

MUITO BOM!!!!


O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo. Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu: Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana. O florista ficou feliz e foi embora.

No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.  Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:

Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana. O padeiro ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro. Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:

Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana. O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.

"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão."   (Eça de Queiróz)

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Velho carpinteiro



Um velho carpinteiro estava para aposentar-se. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família. Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria.

O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores funcionários e pediu a ele que construísse uma última casa como um favor especial. O carpinteiro consentiu, mas com o tempo ficou fácil perceber que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão-de-obra e matérias-primas de qualidade inferior.
Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira. Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro.

- “Esta é a sua casa, meu presente para você.”
Foi um choque, uma vergonha. Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente. Não teria sido tão relaxado.

Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira. Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Preço do Milagre


Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geleia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.

Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.

Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.

Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!

- O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta.


- Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.

- Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico.

- O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.

- Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.

- Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.

O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.

- Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.

- Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande.


- Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.

- Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos!

Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
- Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa..

Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa.

Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:

- Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?

A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! - Mais a fé de uma criancinha.


Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos.

Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior. Sei que você vai passar esta bola pra frente!

Lá vai ela. Jogue de volta para alguém que significa algo para você!

Uma bola é um círculo, sem início, sem fim. Ela nos mantém unidos como nosso Círculo de Amigos. Mas o tesouro interior que você verá é o tesouro da amizade que você me concedeu.

Hoje eu passo a bola da amizade para você.

Passe ela para alguém que seja um amigo seu.